Certo dia de manhã, a Sra. Pia e o Sr. Pio, o casal mais carinhoso dos papagaios da floresta, estavam prestes a ser pais. O Sr. Pio estava ansioso e questionava a sua amada: 
— Querida, já tens tudo preparado?
— Sim querido! Já é a quinta vez que me perguntas isso. Estás ansioso, não estás? 
De repente, o Sr. Pio dá um rodopio e os ovos caem. E a Sra. Pia grita:     
— Ah! Os meus ovos caíram lá para baixo!
Os dois papagaios começam a voar à procura dos ovos. Param na Sra. Tucana e perguntam:    
— Viste os nossos ovos?
— Não, mas estou a acabar de chocar os meus, vejam se não caíram para aqui.
A Sra. Pia:
— Pio, os nossos ovos não tinham três pintas amarelas?
— Sim, querida, e eram seis ovos. Sra. Tucana, tem aí três dos nossos ovos!
— Oh! Pois estão! Devem ter caído quando fui almoçar ao “Tutty – frutty” com o meu marido, o Moiolo. — explicou a Sra. Tucana.
Passados dois minutos lembraram-se e foram ter com a Sra. Avestruz.
— Olá, tens aqui 3 ovos com três pintas cada um?
— Tenho, caíram do céu. Penso que foi um milagre do Deus Avestruix.
— Não, não. Esses ovos são nossos, rebolaram do nosso lar.
— Vamos para casa chocar os ovos antes que lhes aconteça mais alguma coisa.
Quando os ovos eclodiram os pais ficaram muito alegres. A Sra. Pia comentou:
— Que grande aventura no dia de nascimento dos nossos filhos!!!                                                                           

Carolina Duro, 5º C

 

Era uma vez um crocodilo chamado Zacarias. Com ele estava uma grande e alta girafa. Era a sua melhor amiga apesar de, às vezes, ter vontade de a comer.

Um dia, ao passar pela clareira da selva, começou a reparar que se aproximava um grupo de hienas, que quase de certeza iam atacá-la. Assim que as viu a abrir a boca entrou em acção: apareceu-lhes à frente e, mostrando os seus dentes afiados, afugentou as hienas.

A girafa apreciou o seu acto heróico e ficaram os melhores amigos para sempre. Mas é claro que o Zacarias continuou a ter vontade de comer a girafa! 

                                                                                              Diogo Silva, 5º C

 

 

A luz era fraca. Eu tentei ver o que se passava mas estava escuro demais. Primeiro pensei que fosse da lâmpada, mas depois reparei que não era só em minha casa mas sim toda a zona. Ninguém sabia o que se passava, nem mesmo as pessoas que trabalhavam na central eléctrica. 

Reunimo-nos na praça com mais candeeiros e onde havia mais luz, para tentarmos achar uma solução para aquele enorme problema, até que alguém disse:           
— Vamos atrás dos cabos e vemos o que se passa!
Eu hesitei... Mas depois disse:           
— Eu vou lá!
E passado algum tempo mais alguém disse:
— Eu acompanho-te.
Era o meu primo. 

No dia seguinte, partimos os dois em busca de uma solução para aquele problema. Passado dois dias e depois de muito andar encontrámos uma casa num monte desconhecido. Era uma casa muito iluminada. Eu e o meu primo ficámos muito surpreendidos porque todas as casas que tínhamos passado estavam pouquíssimo iluminadas. Por isso, resolvemos entrar.

Lá dentro estavam muitas experiências esquisitas. Falámos com um cientista que precisava de toda aquela energia, mas depois lembrámo-nos duma máquina que ele tinha à entrada e experimentámos pô-la a produzir energia e resultou.  Talvez fosse uma grande invenção, talvez fosse, quem sabe!...                                   

Hugo Antunes, 5º B

 

 

O dia amanheceu com o sol radioso e com o chilrear dos pássaros. Estava um lindo dia de Verão! O bosque estava mais bonito que nunca, com grandes arvoredos e flores encantadoras. Até os animais acordavam cheios de boa disposição. Bambi, o pequeno veado, tinha acabado de acordar. Ao ver que estava uma manhã tão linda, resolveu ir dar um passeio.Pelo caminho encontrou vários animais seus amigos: coelhos, esquilos, corvos, andorinhas… Era uma diversão que parecia não ter fim.

Depois de tanta brincadeira, o pequeno Bambi, para se refrescar, resolveu ir para o riacho — tinha uma água límpida e fresca. Que bem que lhe estava a saber o banho! De repente começou a sentir uma forte corrente que o puxava impedindo-lhe de sair pela margem do riacho. Aflito gritou por socorro. Quando os seus amigos se aperceberam, gritaram para ele sair, pois estava a aproximar-se de uma cascata. Mas foi em vão. Ao ver que ele estava a ser levado pela corrente, Afonso, um esquilo muito ágil, mandou-lhe um ramo para ele se agarrar. Com a ajuda dos outros animais conseguiram puxá-lo para fora da água. Foi um grande susto para todos e uma lição para o Bambi: voltar para o riacho, só na presença dos seus amigos!

Iara Estrela, 5º C